O doutor Benignus

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Primeiro romance do gênero de ficção científica do Brasil e da América Latina, na época chamado de “romance científico ou instrutivo”, O Doutor Benignus teve sua estreia em um jornal de Vassouras e​ foi publicado, no ano seguinte, em 1875, no jornal O Globo, recebendo inúmero elogios e abrindo caminho para o desenvolvimento da ficção científica e da divulgação científica no Brasil.

  • Arte assinada pelo artista brasileiro Diego Max;
  • Texto integral e cotejado com a edição original de 1875;
  • Prefácio de Elton Furlanetto, professor universitário e editor da revista Fantástika 451;
  • Posfácio de Lucas de Melo Andrade, professor de História do IFPR;
  • Conto de abertura exclusivo de Simone Saueressig, “A mulher de pedra”;
  • Ilustrações internas de artistas franceses do século XIX;
  • Brochura 16×23 cm com orelhas;
  • Papel amarelado para uma leitura mais confortável;
  • Marca-página exclusivo.

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Com O Doutor Benignus, a Minna finca os dois pés na literatura fantástica nacional. Vamos resgatar a nossa literatura fantástica!

Em 1875, O Doutor Benignus, obra-prima de Augusto Emílio Zaluar, foi publicado no jornal O Globo e logo depois em dois volumes, abrindo as portas para o desenvolvimento da literatura de ficção científica no Brasil.

Médico e estudioso das ciências naturais, Benignus escandalizou a sociedade do século XIX ao comunicar sua partida para uma fazenda no interior. “E o que pretendeis fazer de seus filhos, quando chegarem à idade da puberdade, criados longe de todo o contato social?”, perguntaram, ao que o doutor respondeu com um sorriso: “Casá-los! O mais velho com o planeta Vênus, o segundo com a estrela Polar, e o Juca, que é mais moço, com a Lua!”.

Assim, toda a família partiu para a vida pacata do interior, de onde se iniciaria uma viagem científica pelo interior de Minas Gerais até o extremo norte da Ilha do Bananal (Tocantins). O romance de Zaluar é uma aventura de inspiração verniana, repleta de aventuras, mistério, sonhos, natureza e projeção, tendo como plano de fundo a divulgação científica e o conhecimento da riquíssima natureza brasileira. Seu objetivo? Encontrar vestígios atestadores da suposta existência de vida no Sol.​

Primeiro romance do gênero de ficção científica do Brasil e da América Latina, na época chamado de “romance científico ou instrutivo”, O Doutor Benignus teve sua estreia em um jornal de Vassouras e​ foi publicado, no ano seguinte, em 1875, no jornal O Globo, recebendo inúmero elogios e abrindo caminho para o desenvolvimento da ficção científica e da divulgação científica no Brasil.

Nesta edição, a obra de importância histórica recebe uma produção primorosa, com o cotejo com a publicação d’O Globo, ilustrações de Diego Max e de artistas franceses do século XIX, prefácio de Elton Furlanetto, posfácio de Lucas de Melo Andrade, acabamento brochura com orelhas e páginas amareladas para uma excelente leitura. “A mulher de pedra”, conto de Simone Saueressig​, faz a abertura da obra.

Augusto Emílio Zaluar

doutor-benignus-8Augusto Emílio Zaluar nasceu em Lisboa, Portugal, em 14 de fevereiro de 1826, veio para o Brasil em 1849 e naturalizou-se brasileiro seis anos depois. Era ainda jovem, com apenas 24 anos. Em suas cartas, é possível perceber a saudade que sentia por sua terra natal e o desejo de regressar, algo que nunca aconteceu. Augusto casou-se e teve três filhos.

No Brasil, fundou o jornal Espelho, escreveu para o jornal O Álbum Semanal, para O Globo e foi criador e diretor de O Vulgarisador: Jornal dos conhecimentos uteis, que circulou de 1877 a 1880, com o objetivo de divulgar os conhecimentos científicos para a população, apresentando com temas as inovações tecnológicas e as ciências, sem, contudo, esquecer-se da literatura.

O escritor não escondia sua admiração pelas obras de Júlio Verne, que lhe serviram de inspiração para a criação de O Doutor Benignus (1875), considerada o primeiro romance de ficção científica do Brasil.

Faleceu em 3 de abril de 1882, no Rio de Janeiro, com 56 anos. Zaluar foi escritor, poeta, jornalista e tradutor. Seus escritos estenderam-se para diversas áreas e interesses, de política à literatura, consagrando-o como um dos intelectuais mais importantes de sua época.

 

Leia o primeiro capítulo

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Peso0.600 kg
Capa

Papel cartão 250g

Miolo

Papel amarelado

Tamanho

16 x 23 cm

Número de páginas

288

Revisão, capa e diagramação

Thatyane Furtado, Editora Primeira Edição

Arte da capa

Diego Max

ISBN

978-65-86917-17-8

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